Diário de Au Pair: O trem.

Quando me surgiu a ideia desse post, eu queria mesmo contar sobre meu dia-a-dia, e coisas positivas e felizes. Mas gente, quando se é Au Pair, fica difícil não contar sobre perrengues, parecem que eles dominam a nossa vida de um jeito inexplicável, que so vai ter fim quando o programa acabar (*espero ansiosamente por esse dia*).

Quem assiste os vlogs sabe quem é a Giovanna, se você não conhece a Giovanna, vá assistir a qualquer um dos meus vlogs que vai conhecer rapidinho. A Giovanna é meu braço direito aqui e ela me ajuda com os vlogs e com o blog também, e depois desse mes de junho louco, eu fiquei completamente surtada porque não conseguia editar os vlogs e ela veio me salvar… ou tentar pelo menos.

Como ela não mora aqui, ontem fui deixa-la na estação pra ela voltar pra casa, saimos daqui quarenta minutos antes de o trem chegar pra não correr risco de perde-lo, já que era o último do dia.

Sim, os trens da New Jersey Transit tem uns horários pirados, e da última vez ela teve prolemas com isso (obviamente). Anyway, chegamos quarenta minutos adiantadas e ficamos no carro esperando, quando começa uma movimentação estranha.

Todo mundo do nosso lado da plataforma sumiu, e começou a surgir umas pessoinhas d outro lado da cerca. A essa altura do campeonato faltavam menos de dez minutos pro trem chegar.

Quando pisei pra fora do carro ouvi o auto falante, mas estava longe demais pra eu conseguir entender do que se tratava, e até chegar perto dele, ele ja estava mudo de novo. Perguntamos então, pro cara do outro lado se ele esperava o trem pra New York e pra matar a gente do coração ele disse sim.

Beleza, sem estresse, é so dirigir por baixo da linha de trem e subir a escada. Deixei a Giovanna na beira dessa escada e sai pois ali era um pessimo lugar pra ficar parada no meio da noite.

Não andei nem cinco segundos e ela me liga, falando que a escada nao dava na outra plataforma, e sim na rua atras dela. Mas a mesma era dividida por uma grade alta. Ela entrou no carro e rodamos de um lado pro outro até um minuto antes do trem chegar, quando desistimos de tentar e a Giovanna teve que pular o portão.

A partir do momento que os pés dela tocaram no chão o trem chegou e em dois minutos ele partiu.

Eu já disse que odeio transporte publico desse país né?! Mas nunca detestei tanto quanto ontem.

Anyway, perrengues fazem parte da vida. 99% dela se você está totalmente fora da sua zona de conforto, mas pelo menos ganhamos mais uma historia pra rir no futuro.

Beijos e até a próxima!

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